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Sou responsável pelo escritório BCU Brasil - Regional Florianópolis. Somos um Banco de Cordão Umbilical, que coleta, processa e armazena as células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical do bebê. O BCU, com mais de 11 anos de atuação no mercado mundial é detentor de vários prêmios o que demonstra sua plena capacidade, possuímos mais de 35.000 coletas realizadas. O BCU participa de várias pesquisas, inclusive no ramo da biotecnologia. Informações: (48) 3025-3700

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Depoimento Mamãe Bia! A espera do Ian!





"Meu nome é Maria Beatriz e tenho 34 anos, meu esposo se chama Cristiano e tem 30 anos. Somos casados desde 2009. Em dezembro de 2011 parei o uso do anticoncepcional para tentarmos engravidar, o quê sempre foi um desejo muito forte dos dois, desde sempre. Tanto que quando saíamos, passávamos em lojas de bebê e ficávamos imaginando e planejando tudo.
Fomos à ginecologista, fizemos todos os exames necessários, e devido à minha idade, a médica me disse para tentarmos durante 1 ano e, caso não engravidássemos nesse período, começaríamos as investigações. A partir deste momento, cada mês era uma decepção. O pior mês foi quando a menstruação atrasou, o que nunca tinha ocorrido, e acabou descendo. Cheguei ao ponto de não querer nem olhar para lojas de bebês, ficar triste cada vez que via bebês na rua e coisas que lembrassem gravidez. Em todo este período meu esposo me apoiou muito e segurou todas as barras, choros e decepções.
Um ano depois, não tendo engravidado, e com as dores muito fortes devido às cólicas menstruais, começamos mais uma bateria de exames para descobrir o motivo das cólicas e de não ter engravidado. Foi aí que descobrimos a endometriose, que já tinha me causado nódulos nos ovários. Somente em setembro de 2013 (por motivos particulares) consegui fazer a cirurgia da endometriose.
A cirurgia é muito tranquila, óbvio como toda cirurgia tem riscos, a recuperação foi ótima, foram retirados os nódulos dos ovários, bem como, os focos maiores de endometriose, pois tinham muitos.
No retorno à medica fiquei sabendo que foi feito um exame, durante a cirurgia, o qual verifica se as trompas estão interrompidas ou não, e as minhas estavam. Toda a esperança se foi. Meu esposo ficou sabendo deste resultado no dia da cirurgia e para não atrapalhar minha recuperação pós-cirúrgica, ele e a médica decidiram me contar somente na consulta. Ele segurou o segredo e a angústia por um mês até a consulta, sofrendo sozinho.
Desta vez a médica pediu para eu fazer um tratamento hormonal, onde ficaria de três a nove meses sem menstruar, que é o melhor tratamento para a Endometriose. Contudo, ela pediu que eu fizesse um acompanhamento com um profissional de fertilização, para não adiar muito este processo.
Solicitamos a medicação no SUS e marcamos uma consulta com o profissional de fertilização e ficamos aguardando, ansiosos, a data dos dois procedimentos.


            Neste período de espera, meus funcionários ficavam me dizendo todos os dias que eu estava grávida, pois eu estava tendo muitas tonturas, mas por causa de todos os fatos ocorridos antes, eu negava e dizia que era por causa do calor. No entanto, comecei a juntar o fato das tonturas, com algumas mudanças físicas e um atraso relativamente grande na menstruação e resolvi fazer um teste de farmácia, por desencargo de consciência. Então, no domingo pela manhã (01/12/2013) fui fazer o teste, e fiquei sem reação ao ver os dois risquinhos. Corri para o quarto, onde meu esposo ainda estava deitado e fui contar pra ele. Era um misto enorme de emoções. Eu não sabia se ria, chorava, gritava... A confusão era tanta, que ele custou a entender se eu estava chorando de tristeza ou de alegria. Quando consegui (mais ou menos) me acalmar e ele entendeu o quê realmente estava acontecendo, ele me abraçou forte e choramos e gritamos juntos.
Como, até este momento, não sabíamos que, salvo em raras exceções, não existe o resultado FALSO POSITIVO em testes de farmácia, decidimos fazer o exame de sangue no dia seguinte, que nos confirmou realmente a gravidez, exatamente na semana em que começaríamos o tratamento e teríamos a consulta na clínica de fertilização.
Óbvio que meu esposo já estava desconfiado, mas devido a tantas frustrações não se manifestou para não gerarmos mais uma expectativa e sairmos mais uma vez machucados.

 
A notícia da gravidez nos pegou de surpresa, uma surpresa maravilhosa, o tão esperado filho, que queríamos tanto estava chegando. Aí começaram as novas incertezas: será que daremos conta? Será que vai dar tudo certo na gravidez? Será que já contamos pra todos? E se não for? Dúvidas estas, que foram sumindo com o passar dos dias, graças ao apoio da família e dos amigos, que sabendo da nossa luta, ficaram todos muito felizes por nós.
Após a descoberta oficial, fizemos o primeiro ultrassom, o que foi muito emocionante, principalmente escutar o coraçãozinho. Aí veio o segundo ultrassom, no qual já poderíamos descobrir o sexo, mas o bebê não quis mostrar. Somente no terceiro descobrimos que teríamos o Ian Lucas, um meninão grandão, que está crescendo super bem e rápido. Com 20 semanas de gestação fizemos o ultrassom morfológico e ele pesava 400g e media 26cm. A médica me deu a previsão dele nascer entre 3.700kg a 4.000kg e o pezinho pode medir até 8,5cm. Vai ser grandão igual ao papai.

Hoje (10/04/2014) estou com 23 semanas de gestação, e até agora estou super bem, só tive muito sono e conforme aumenta a barriga o cansaço também aumenta. Quem tem desejos é o papai.
A previsão de nascimento do Ian é 03/08/2014. Estamos ansiosos por sua chegada.



Neste intervalo de tempo, conhecemos o BCU. Quem nos indicou foi minha ginecologista e a pessoa que entrou em contato comigo pela primeira vez foi a Luana. Marcamos uma visita para conhecermos melhor sobre células tronco, e sobre a estrutura do BCU. Já tínhamos certa noção do que era e para quê servia, mas nada muito aprofundado.
Recebemos a visita da Vanessa e do Paulo, os quais nos explicaram tudo sobre a coleta, as doenças que já podem ser tratadas com as células tronco, bem como, as que estão em pesquisa para um futuro tratamento. O atendimento foi maravilhoso. Pensamos alguns dias sobre o assunto e então resolvemos pela contratação deste serviço.
A resolução desta contratação foi muito fácil para nós, é como se fosse um seguro, o qual nunca queremos usar, mas caso seja necessário está tudo já programado. Como já temos alguns casos de doenças como diabetes e Alzheimer na família, e fomos surpreendidos positivamente, com a notícia que já existem estudos para o uso de células tronco no tratamento destas doenças, ficamos muito interessados e confiantes para tomar esta decisão.



Optamos pelo BCU pela seriedade e competência dos profissionais que nos atenderam. São pessoas extremamente sensíveis com o momento que os casais estão passando e extremamente interessados no dia a dia da gestação de cada “Mamãe BCU”.
Além disso, eles proporcionam uma vez por mês cursos para gestantes, independentemente de ser “Mamãe BCU” ou não. Nestes cursos eles trazem obstetras, pediatras, farmacêuticos e o próprio BCU, que tiram todas as dúvidas das gestantes, o que é muito interessante, pois conseguimos ter outra visão de vários assuntos relacionados à gestação, amamentação e vacinação e não somente do nosso obstetra/pediatra."

 
Casal super querido, parceiro e com um amor nítido e estampado em suas vidas!
Super participantes de nossos cursos para gestantes, sempre contribuindo com brindes da ORTOBOM para nossas mamães dormirem tranquilas!

Logo logo estaremos juntos na chegada do Ian!

Créditos das fotos: Ezequiel Medeiros Maciel e Estúdio Paula Cavalli

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