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Sou responsável pelo escritório BCU Brasil - Regional Florianópolis. Somos um Banco de Cordão Umbilical, que coleta, processa e armazena as células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical do bebê. O BCU, com mais de 11 anos de atuação no mercado mundial é detentor de vários prêmios o que demonstra sua plena capacidade, possuímos mais de 35.000 coletas realizadas. O BCU participa de várias pesquisas, inclusive no ramo da biotecnologia. Informações: (48) 3025-3700

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domingo, 24 de abril de 2011

Doenças Tratáveis com CT

Doenças Tratáveis com Células-Tronco de Cordão Umbilical
DOENÇAS COM TRATAMENTO PADRONIZADO

Nestes casos, o tratamento com células-tronco do cordão umbilical é eficaz e está totalmente comprovado, padronizado e generalizado (totalizando mais de 80 doenças).
(Não estão sendo consideradas as doenças em estudos) 


  1. Anemias:
    1. Anemia Aplástica Severa
    2. Anemia Congênita Deseritropoiética
    3. Anemia de Fanconi
    4. Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN)
    5. Aplasia Pura dos Eritrócitos
  2. Aplástica Severa
  3. Anemia Congênita Deseritropoiética
  4. Anemia de Fanconi
  5. Anemia falciforme
  6. Anomalias Hereditárias das Plaquetas:
    1. Amegacariocitose
    2. Trombocitopenia Congênita
    3. Trombastenia de Glanzmann
  7. Anomalias Hereditárias dos Eritrócitos
  8. Ataxia
  9. Doenças Mieloproliferativas:
    1. Mielofibrose Aguda
    2. Metaplasia Mielóide Agnogênica (Mielofibrose)
    3. Policitemia Vera
    4. Trombocitemia Essencial
  10. Anomalias Hereditárias dos Glóbulos Vermelhos:
  11. Talassemia ß Major (Anemia de Cooley)
    1. Anemia Blackfan-Diamond
    2. Aplasia Pura dos Eritrócitos
    3. Aplasia Pura dos Eritrócitos
    4. Anemia Falciforme
  12. Câncer na Medula Óssea:
    1. Mieloma Múltiplo
    2. Leucemia dos Plasmócitos
    3. Macroglobulinemia de Waldenstrom
    4. Disqueratose
  13. Deficiência da Adesão dos Leucócitos
  14. Doenças dos Fagócitos:
    1. Síndrome de Chediak-Higashi
    2. Doença Crônica Granulomatosa
    3. Deficiência dos Neutrófilos em Actina
    4. Disgenesia Reticular
  15. Doenças Linfoproliferativas
  16. Doença Linfoproliferativa Ligada ao Cromossomo-X
  17. Hemoglobinúria Paroxística Noturna
  18. Imunodeficiência Variável Comum
  19. Imunodeficiência Severa Combinada (IDSC):
    1. IDSC com Deficiência em Adenosina-Desaminase
    2. IDSC Ligada ao Cromossomo-X
    3. IDSC com Ausência de Células-T e Células-B
    4. IDSC com Ausência de Células-T e com Células-B Normais
    5. Agamaglobulinopatia Ligada ao Cromossomo-X
    6. Síndrome de Omenn
    7. Déficit da Fosforilase dos Nucleotidios das Purinas
  20. Leucemias:
    1. Câncer das células do sangue com função imunológica
    2. Câncer dos leucócitos
    3. Câncer dos glóbulos brancos
  21. Leucemias Aguda:
    1. Leucemia linfoblástica Aguda (LLA)
    2. Leucemia Mieloide Aguda (LMA)
    3. Leucemia Bifenotípica Aguda
    4. Leucemia Indiferenciada Aguda
  22. Leucemias Crônica:
    1. Leucemia Mieloide Crônica (LMC)
    2. Leucemia Linfocítica Crônica (LLC)
    3. Leucemia Mieloide Crônica Juvenil (LMCJ)
    4. Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMMJ)
  23. Linfomas:
    1. Linfomas Hodgkin
    2. Linfomas Não Hodgkin
    3. Linfoma de Burkitt
  24. Mieloma Múltiplo
  25. Neuroblastoma
  26. Neutropenias:
    1. Síndrome de Kostmann
    2. Mielocatexia
  27. Retinoblastoma
  28. Síndrome de DiGeorge
  29. Síndromes Mielodisplásicos:
    1. Anemia Refratária (AR)
    2. Anemia Refratária com Sideroblastos em Anel (ARS)
    3. Anemia Refratária com Excesso de Blastos (AREB)
    4. Anemia Refratária com Excesso de Blastos em
    5. Transformação (AREB-T)
    6. Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)
  30. Síndrome dos Linfócitos Lisos
  31. Síndrome de Wiskott-Aldrich
  32. Talassemia
  33. Telangiectasia

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Células Tronco?

Células tronco: São células capazes de multiplicar-se e diferenciar-se nos mais variados tecidos do corpo humano (sangue, ossos, nervos, músculos, etc.). Uma maravilhosa descoberta que está tornando esperanças de tratamentos em realidade consumadas.
Em uma visão mais simples, podemos descrevê-las como: peças novas que podem substituir peças defeituosas, isso porque elas se transformam em qualquer célula do organismo ou se fundem a uma célula doente, tornando-a saudável.
Por que devemos guardar o sangue do cordão umbilical?
Por ser uma das melhores fontes de Células Tronco. Por ser uma célula que ainda não sofreu nenhuma influência de fatores externos (estresse, tempo, medicamentos, infecções, alterações de temperatura), tem demonstrado expressiva vantagem em sua eficácia terapêutica no tratamento de inúmeras doenças
A coleta do Sangue do Cordão Umbilical é simples e indolor tanto para mamãe quanto para o bebê e não interfere em absolutamente nada nos procedimentos rotineiros do parto.
O sangue do cordão é coletado em sistema fechado, protegido de contaminação, sendo retirado por meio de punção da veia umbilical. É realizado no centro obstétrico após a retirada do bebê, e do corte do cordão umbilical. Todo material é acondicionado em uma caixa de transporte de material biológico e encaminhado para o laboratório onde será processado e criopreservado a -196ºC.